Como um verbo... alimenta-me a alma
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updownsmilefrown:

Betty Grable and Jane Wyman in Footlight Serenade (1942)

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Betty Grable and Jane Wyman in Footlight Serenade (1942)

5Marvia/sourcerebloglike
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‎Não foi à toa que Adélia Prado disse que “erótica é a alma”. Enganam-se aqueles que pensam que erótico é o corpo. O corpo só é erótico pelos mundos que andam nele. A erótica não caminha segundo as direções da carne. Ela vive nos interstícios das palavras. Não existe amor que resista a um corpo vazio de fantasias. Um corpo vazio de fantasias é um instrumento mudo, do qual não sai melodia alguma. Por isso, Nietzsche disse que só existe uma pergunta a ser feita quando se pretende casar: “continuarei a ter prazer em conversar com esta pessoa daqui a 30 anos?”


"

Rubem Alves (via despoeticamente)
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Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia. Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé na bunda. Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvo. É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!


"

Luiz Fernando Veríssimo.   (via renovamos)
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A teoria da evolução chegou ao seu ápice e agora está entrando em decadência. Chegou um momento em que fomos racionais demais, ultrapassamos nossas expectativas e tudo desandou. Começamos a produzir mais, inventar mais. Produzimos mais do que o necessário, sobrecarregando nosso ambiente, inventamos tantas coisas, que muitas vezes nem temos tantas necessidades. É o luxo do fútil, o lixo de todos. O tamanho do nosso cérebro estava aumentando a cada geração, mas chegou no momento em que ele deixaram de funcionar com tamanha precisão. A racionalidade era tanta, que agora está escassa. Racionais de menos, selvagens demais. A ambição transformou o homem, cada vez querendo mais e mais. Não há limites, agora o que existem são metas, que uma vez ultrapassadas, são substituídas por uma maior ainda. Infinidade de luxo, de lixo. Do intelecto ao animalesco.


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Regresso da humanidade, Morgana Rocha. (via despoeticamente)
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O couro ferve pela demasia do
nada e do densamente trágico,

ouço sem ver colunas ou traços,
adapto-me a pele que habito.

Contorço a mandíbula e os músculos
e deito de bruços e nu no asfalto.

Impossível discernir o que deixara
de ser belo, o que era antes de agora,
o preceito mal elaborado.

A profundeza onde estou imerso é
inquietantemente espessa e púrpura e
ainda assim reconheço-me morto.



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Enzo Fonseca  (via severinar)
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